
morda-me a boca
vire-me do avesso
mas me deixe ir além
deixe que eu roube
de teus lábios
melodia
e entre tuas pernas
eu seja poesia
quando em teu desejo
só minha pele existir
cubra-me de espantos
e mate
até o último suspiro
esta fome de te ser
por inteiro
*img José Manchado
.
.
ResponderExcluirNão tremas, porque morder eu não sei.
Corro no teu corpo, pelo verso e no reverso
sem medo de nas curvas derrapar.
Não esqueço o fortuito beijo que tu, da minha
boca recebeste, nos lábios, nos seios ou na
alma, entre as pernas se for do desejo teu.
silvioafonso.
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e teu nome. gesto de perfume líquido; indagação de carne , que futuca
ResponderExcluirOi Anin.
ResponderExcluirVim retribuir a tua visita lá na Toca e, encantado, me deparei com o bom gosto da tua sensualidade ardente. Gostei muiro dos versos. Daqui por diante, esta será uma das minhas moradas.
Um beijo.
anin, primeiramente quero dizer que seu comentário em meu últmo post foi muito oportuno; é muito bom compartilhar as mesmas sensações de outras pessoas.
ResponderExcluirDepois, como você vê, sigo agora teu blog, porque sinto que este teu erotismo elegante é necessário demais. um abraço e até breve.
Isso aqui está com jeito de fruta proibida.
ResponderExcluirCoisa de desejo...sei lá...
Enfim...
que morte mais agradável...
ResponderExcluirE não resisti a uma "ultimazinha", antes de sair, e cá estou eu !! rs
ResponderExcluirA M E I tb esta poesia !
Jura que é vc mesma que escreve o que eu gostaria de escrever ?? rs